Tecnologia

YouTube coloca anúncio em vídeos

28/08/2007 09:47


Desde o dia 21 de agosto a Google passou a colocar anúncios sobre os vídeos cadastrados no popular portal YouTube.


O novo modelo de publicidade é inserido em forma de janela flutuante sobre determinados vídeos e já está em testes há alguns meses pelo portal.


Segundo o site Mashable, o anúncio funciona de forma bastante peculiar: em vez de ser inserido no começo do vídeo enviado, modelo que a empresa acredita não funcionar bem, a propaganda aparece após cerca de 15 segundos sobre clipes em reprodução, de forma a bloquear parcialmente a visão do vídeo original.


O usuário então tem opção de fechá-lo ou assisti-lo, o que fará com que ele desapareça após outros quinze segundos. Caso o usuário queira expandir o informe publicitário para a área principal, basta clicar sobre ele e, após a reprodução completa, o clipe original é carregado. Ao carregar o vídeo pela segunda vez a publicidade não aparece.


Os anúncios são vendidos por US$ 20 a cada mil visualizações. Entre os primeiros parceiros publicitários estão BMW, Ford Models e Warner Music Group. O anúncio da Warner, por exemplo, abre um álbum em flash com um catálogo de artistas. Um clique sobre alguma informação abre uma nova janela com mais informações sobre os artistas.


Mesmo que a taxa de usuários que fecharam os anúncios tenha sido menor de 10%, a Google ainda ficou desapontada, achando que a rejeição seria menor.


A rede social de anúncios em vídeo, VideoEgg, diz ter inventado o modo de publicidade em uso pela Google atualmente há cerca de um ano, e afirma ser esta uma melhor maneira de atingir o público alvo.


Os anunciantes poderão escolher tipos de vídeos onde desejarão veicular suas peças, de acordo com gênero, informações demográficas, localizações e horas do dia, sendo que algumas destas informações são providas voluntariamente pelos usuários.


A companhia ainda informou ontem, dia 22 de agosto, que adicionou clipes de notícias em vídeo na versão americana da Google News, vindos de fornecedoras como CBS, Reuters e Hearst TV, conforme noticiou o InformationWeek.


 


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