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Aquidauanaprev discute dívida patronal e mudança de prédio

31/08/2007 16:28


O presidente da Executiva do Aquidauanaprev (Instituto de Previdência dos Servidores Públicos Municipais), Nélson Estadulho, garantiu aos membros do Conselho Administrativo do Instituto, que o Executivo quitará, provavelmente, até o final deste mês a dívida patronal que se encontra em atraso.


O anúncio do pagamento da dívida foi feito pelo presidente, na reunião do conselho, ocorrido na última terça-feira, 21, no prédio do Aquidauanaprev. Porém, devido ao atraso será aplicado juros conforme estabelece a lei municipal que criou o instituto.


O Executivo, inclusive, sinaliza com a proposta de negociar com o conselho o pagamento parcelado dos juros em atraso. Contudo, ela terá que ser discutida em reunião com os conselheiros, que decidirão no voto se acata ou não a sugestão do Executivo.


O funcionário da Câmara Municipal, Dufles Pinto de Souza, que presidiu a primeira reunião do conselho, recebeu da diretoria executiva do Aquidauanaprev todos os processos envolvendo contratos com empresas prestadoras de serviços, com base num pedido feito oficialmente ao presidente Nelson Estadulho e depois entregue na reunião passada.


Dufles anunciou que pretende rediscutir, em conjunto com os demais conselheiros, esses contratos na próxima reunião, marcada para o dia 4/9, terça-feira, no instituto. Além disso, está pautado para esta mesma reunião a discussão acerca da mudança do prédio do Aquidauanaprev, que funciona no centro da cidade, para o Sinprecam (Sindicato dos Trabalhadores da Prefeitura e Câmara de Aquidauana), localizado no bairro da Serraria.


Já houve, antes, um entendimento entre o Conselho Administrativo do Aquidauanaprev e o a diretoria do sindicato com o objetivo de dividirem aquele espaço físico e trabalharem em conjunto. Porém, os dois presidentes para selarem o acordo dependem da autorização dos conselheiros e dos servidores municipais, respectivamente.


Com essa medida o Aquidauanaprev, que funciona em prédio alugado, teria uma economia de aproximadamente R$ 700, somando ao pagamento das tarifas de água e luz que vêm descontados mensalmente dos cofres do instituto.


Dufles acredita que esses recursos a serem economizados poderão ser revertidos em benefício das próprias instalações do prédio. A meta, segundo ele, é poupar dinheiro para garantir no futuro a aposentadoria dos segurados do instituto.


assessoria de comunicação