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Independência orienta pecuaristas sobre risco de estresse durante transporte de gado

16/10/2007 09:47


Embarcar e desembarcar bovinos são atos que podem causar estresse no animal e influenciar na qualidade da carne. Com o objetivo de aproveitar o potencial que os rebanhos brasileiros têm para oferecer carne de alta qualidade, o Independência alerta os pecuaristas sobre a importância de um transporte adequado dos animais. "Diminuir o estresse que o boi enfrenta durante o embarque e o desembarque pode resultar em maior lucro na venda, pois quanto menor o número de contusões, maior é o rendimento de carcaça obtido no abate", explica Eduardo Pedroso, gerente comercial e de relacionamento com o pecuarista do Independência.


Esse trabalho de conscientização faz parte do Serviço de Atendimento ao Pecuarista (SAP), ferramenta que tem o objetivo de levar a informação ao produtor e ser um elo entre os demais setores interessados na produção de carne bovina. Com isso busca-se um aumento da qualidade da matéria-prima fornecida à indústria e no ganho do produtor.


Alguns cuidados podem fazer a diferença na hora de colocar o gado no caminhão. Segundo Raquel Cadena, médica veterinária, responsável pelo SAP da unidade de Campo Grande (MS), é importante não gritar ou bater nos animais. "O pecuarista precisa também descartar de vez o uso de choques, ferrões e cachorros. Além de interferir na qualidade da carne, essas ações danificam o couro, principal subproduto do boi", explica Raquel. Fechar as laterais do embarcadouro para que os animais não enxerguem o lado de fora facilita o deslocamento e reduz o estresse causado pelo manejo.


A estrutura do curral é outro fator importante neste processo. O embarque do boi é facilitado quando o curral possui uma plataforma de 2 metros ao final da rampa de acesso ao caminhão. Desse modo, o animal caminha para dentro da gaiola boiadeira sem precisar saltar. Um curral em boas condições, sem pontas de pregos e parafusos, reduz os riscos de cortes, arranhões e contusões. "É ideal, ainda, que não sejam misturadas categorias (boi, touro, cava, bezerro) ou espécies (muares, eqüinos) no mesmo veículo. Procurar embarcar os animais aos poucos, dividindo os lotes de acordo com a quantidade exata para cada repartição do veículo", explica Andriana Tombini, responsável pelo SAP da unidade de Senador Canedo (GO).


Mais informações podem ser obtidas no SAP da unidade mais próxima. Os telefones são: (67) 3323-7000 (Campo Grande/MS), (67) 3441-2000 (Nova Andradina/MS), (67) 3245-0000 (Anastácio/MS), (38) 3821-2829 (Janaúba/MG), (69) 3449-2200 (Rolim de Moura/RO), (62) 3240-9000 (Senador Canedo/GO) ou pelo e-mail sap@independencia.com.br.


assessoria de comunicação