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Aquidauanenses completam uma semana de viagem e contam como é chegar à Amazônia

Na estrada, eles tiveram que ficar atentos a ladrões que estão fugidos na mata

É muita aventura! Todos os dias os viajantes de Aquidauana Mac Intyre, Wilson Alves Correa (Índio), Leonel e Rhobson Lima têm vivido uma história diferente e conhecido algum cantinho do país na Expedição América do Sul. Com a proposta de percorrer seis países em 30 dias, completando 14 mil quilômetros de viagem, nossos aventureiros têm passado alguns apertos, mas, ao mesmo tempo, momentos únicos.

Nos últimos quatro dias de viagem, eles já tiveram que tomar cuidado ao atravessar a estrada que leva a Humaitá (AM), pois justo na época um grupo de ladrões havia fugido e se embrenhado na mata. Para compensar o susto, dormiram ao som de sapos e tomaram banho nas águas do Igarapé do Sucuri.

Rhobson conta que desde o terceiro dia de viagem, última data que relatamos aqui no O Pantaneiro, eles já passaram por Cacoal, Porto Velho, Itapuá do Oeste e Humaitá. Até chegar a cidade amazônica, eles passaram uma noite em Cacoal. Isto foi no quarto dia de viagem. ?Dormimos no Hotel Açaí, onde saímos logo cedo, às 6h30, com destino a Porto Velho?, conta o fotógrafo sobre a paradinha para um descanso.

Entre Cacoal e Porto Velho, eles pararam para um merecido café da manhã na lanchonete, restaurante e chopperia Paiol Mineiro. Lá já fizeram amizade e ganharam do Orlando uma revista e um DVD da história de Ouro Preto.

Logo depois já pegaram a estrada. Pararam novamente para almoçar em Itapuá do Oeste, de onde saíram às 13h40 rumo a Porto Velho. Passaram pela Barragem Samuel e chegaram a Porto Velho às 15h (horário local ? duas horas menos que Brasília).

Já em Porto Velho, eles pararam no Novo Hotel, onde já tinham reservas feitas pelo aquidauanense Wagner Guimarães, que se mudou para lá há aproximadamente 8 meses. Saíram para conhecer o Porto no Rio Madeira e as Marias Fumaças que fizeram parte da Ferrovia Madeira Mamoré.

Eles ficaram lá do dia 6 para o dia 7 de novembro, e depois, Humaitá. Ainda em Porto Velho tomaram a balsa do Rio Madeira e a Ponte sobre o rio que já está quase pronta. ?Está faltando apenas a cabeceira?, conta Rhobson.

Em Humaitá, pararam para algumas compras. Afinal, não há como saber o que vão enfrentar. ?Paramos para comprar alimentos em Humaitá, pois não sabemos o que vem pela frente?, diz.

Na entrada de Humaitá um pequeno susto: uma barreira da polícia estava montada, pois havia acontecido um assalto na cidade de Lábria há alguns dias e os ladrões haviam fugido pela mata. ?Eles disseram para nós tomarmos muito cuidado?, conta.

Mais uma parada para almoçar em um posto de gasolina e depois a emblemática e tão temida BR-319.

Com a noite caindo, pararam para armar acampamento a beira do Rio Sucuri, bem ao lado da casa do Mineiro, que mora no pedaço de terra com dois filhotes de fila.

Rhobson conta que Mineiro está esperando os cães crescerem para poder criar galinhas. Ele revela ainda que o homem, que tem como companhia um radinho de pilha, que lhe conta as novidades, estava faceiro, pois o salario mínimo teriam um aumento e passaria para R$ 2.460,00.

Com a cozinha armada, Leonel preparou um delicioso e verdadeiro arroz de carreteiro. Para fechar o dia, a grande compensação: um banho nas águas do Igarapé do Sucuri e sono merecido ao som dos sapos.

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