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Em situação inédita, Brasil joga como azarão hoje contra a Espanha

Felipão conversa com os jogadores no gramado do Maracanã, no treino deste sábado / EFE

O Brasil lidará com uma sensação inédita hoje no Maracanã, quando entrar em campo para enfrentar a Espanha, às 19h, na final da Copa das Confederações, torneio que serve de ensaio para a Copa-2014.
A seleção não pisará em seu templo do futebol como favorita, não olhará o adversário de cima para baixo.
Atual campeã mundial e bicampeã europeia, a Espanha é o rival que todas as equipes tentam superar.
Além de estrelas como Xavi, Iniesta e Casillas, já são 29 jogos oficiais de invencibilidade, contando Copa das Confederações, Copa do Mundo, Eurocopa e suas respectivas eliminatórias.
Apesar do retrospecto intimidador, o técnico Luiz Felipe Scolari deixou claro ontem que não se abala.
"Com uma vitória, mandamos ao mundo a mensagem de que estamos no caminho certo para disputar o título de 2014 com mais sete ou oito seleções", afirmou Felipão. Para conseguir o feito, o treinador disse que não mudará a formação da equipe.
Apesar da conduta de desafiante, Felipão reconhece a superioridade do adversário, que, quando perdeu sua última partida oficial --para a Suíça, em 16 de junho de 2010--, o técnico do Brasil era Dunga, o centroavante era Luis Fabiano, o capitão era Lúcio e a estrela, Kaká.
O treinador, contratado em novembro passado para dar lastro ao time, manteve-se na trilha aberta por Mano Menezes, seu antecessor.
Barrou alguns medalhões, como Ronaldinho, resgatou outros, como Júlio César, e aproveitou a Copa das Confederações para dar rodagem a gente que nunca havia encarado um torneio com o selo da Fifa pela seleção.
Caso dos titulares David Luiz, Marcelo, Luiz Gustavo, Paulinho, Oscar, Hulk e Neymar. "Eles [espanhóis] estão com a mesma equipe nos últimos cinco anos, muitos estavam na Copa-10, mas nós temos o apoio dos torcedores."
No torneio, até aqui, tem tudo dado muito certo. O Brasil atropelou Japão, México e Itália e se impôs no jogo mais difícil até agora, contra o Uruguai, na semifinal.
A Espanha, por sua vez, se cansou menos na primeira fase, quando ganhou de Uruguai, Taiti e Nigéria, mas bateu a Itália só nos pênaltis.
O acerto de contas ficou para hoje. Se houver empate no tempo regulamentar, o jogo irá para a prorrogação. Se a igualdade persistir, o torneio será decidido nos pênaltis.
Embora considere que muitas metas já foram alcançadas durante a competição, Felipão sabe que o título hoje tem poder transformador.
"O jogo bonito passa, o que fica para a história são os resultados", afirmou ele ontem.

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