O estresse pode ser um fator precipitante ou agravante para o surgimento de distúrbios como a calvície e o vitiligo, doença marcada pela despigmentação da pele, segundo pesquisadores romenos. Eles realizaram um estudo que incluiu 45 pacientes com calvície e 32 com vitiligo, comparados com outras pessoas com doenças de pele sem ligação com o estresse. E observaram que 65% das pessoas com vitiligo ou calvície já haviam sofrido algum evento estressante na vida, contra apenas 22% do grupo controle. Além disso, a quantidade de situações estressantes era muito maior no primeiro grupo e entre os homens. Entre os pacientes com calvície, as situações mais relatadas envolviam a família (mais de 45% dos casos), enquanto os outros pacientes relataram mais problemas pessoais (47%).
ORGULHO
Everton Villazante Constantino é o autor do projeto vencedor da 21ª Mostra "Brasil, Aqui Tem SUS", uma das mais importantes premiações nacionais voltadas ao reconhecimento de iniciativas inovadoras na saúde pública brasileira.
Futebol
Torneio marcará o centenário da principal competição do futebol mundial; Fifa avalia ampliar o número de participantes
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