A gravidade da poluição ambiental e o aquecimento global estão preocupando autoridades políticas em todo o mundo. Uma das estratégias em vista é a produção de bio-combustíveis, em substituição dos atuais combustíveis derivados do petróleo. Um editorial da revista Lancet fez uma análise da produção de bio-conbustíveis e seu impacto negativo na saúde mundial.
Para o presidente Lula, em seu discurso na conferência de Bruxelas, a criação dos bio-combustíveis será uma grande oportunidade para África, Ásia e da América Latina para a quebra das barreiras entre pobres e ricos, produzindo mais e exportando para países desenvolvidos. Lula acredita que esta será uma nova fonte de renda para as nações menos favorecidas até então. Outros presidentes expressaram a mesma opinião, como o da Argentina, Colômbia, Equador, Indonésia, Malawi, Malásia, Moçambique, Filipinas, Senegal, África do Sul, Tailândia e Zâmbia.
Não há dúvidas de que os bio-combustíveis serão uma nova fonte de renda para os países em desenvolvimento. Entretanto, essa nova rota mundial parece preocupar alguns especialistas, que crêem que haverá uma substituição da plantação de alimentos para favorecer a produção dos novos combustíveis, o que gerará um aumento do preço dos alimentos e um maior incremento no número de famintos.
Além disso, a criação de novas áreas, para a plantação de matéria prima para os novos combustíveis, poderá inclusive provocar a criação de problemas maiores, como escassez de água, que será desviada para esses fins.
A única estratégia vista pelos cientistas, para que as mudanças de um problema mundial para outro não ocorram, é o estabelecimento de medidas e planejamentos eficazes de estruturação, levando-se em consideração não somente questões econômicas, mas sociais.
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