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Revelações Glória Pires em autobiografia

lança autobiografia onde revela já ter provado drogas

Glória Pires

Em Paris, França, onde vive atualmente com o marido Orlando Moraes e os filhos, Glória Pires faz a revisão final da sua biografia, intitulada 40 Anos de Glória, que será lançada pela editora Geração Editorial. Segundo o Jornal O Dia, o livro, que deve chegar às lojas em março deste ano, é organizado pelo roteirista Eduardo Nassife e pelo escritor Fábio Fabrício Fabretti.

Ainda segundo a publicação carioca, 40 Anos de Glória tem um capítulo que fala do boato de que a atriz teria tentado suicídio, ao saber de um suposto caso do marido Orlando Morais com sua filha mais velha, Cleo Pires, em 1998. Isso fez com que Glória processasse vários órgãos de imprensa.

“Glória diz que se sentiu como se tivesse levado uma pedrada de uma pessoa, no meio da multidão. Não sabe de onde veio, mas fez questão de processar quem escreveu aquilo”, diz o roteirista Eduardo, lembrando que a atriz ficou muito chateada pela filha.

“A Cleo era apontada onde quer que fosse, chegava em casa abalada, chorando”.

No livro, Glória, que nasceu no bairro que tem seu nome, no Rio de Janeiro, ainda conta sobre a primeira vez que experimentou drogas.

“Era aquela coisa de adolescente, Glória nunca foi usuária, não gostava de nada que tirasse a lucidez”, adianta Eduardo.

E fatos da vida profissional da atriz também são contados.

Aos sete anos, antes de estourar na novela Dancin’ Days (1978), de Gilberto Braga, Glória ficou traumatizada por não ter sido escolhida para fazer Meu Primeiro Amor (1972).

O sucesso da personagem Marisa, de Dancin’ Days , foi aos 15 anos, quando ela começou a frequentar o meio artístico e presenciar coisas:

“Ela foi muito transgressora. Passou a frequentar festas, mesmo sendo menor de idade, andava com pessoas mais velhas. Diz que, enquanto o Daniel Filho bebia demais e o Lauro Corona se drogava, ela era a única que, no final da festa, estava lúcida e cuidava de todo mundo. Daí o apelido, dado por Lauro, de Vovó Glorinha”, conta Fabrício.

O prefácio do livro é de Gilberto Braga e Aguinaldo Silva, autores de Vale Tudo, trama na qual Glória fez a vilã Maria de Fátima, na Globo, onde ela trabalha desde menina.

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