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Policial

Agente da PRF é condenado por integrar esquema de contrabando de cigarros

Dois líderes dos cigarreiros também foram condenados

Agente recebeu R$ 160 mil para fazer vista grossa / Divulgação

O policial rodoviário federal Wilson Luiz de Brito foi condenado a 22 anos de prisão por integrar esquema de contrabando de cigarros. Investigados na Operação Teçá, Ângelo Guimarães Ballerini, o “alemão”, e Valdenir Pereira dos Santos, o “perna” ou “fofão”, também receberam a mesma pena, aplicada pelo juiz federal Luciano Tertuliano da Silva.

Cleberson José Dias, o “lulu”, foi condenado a 12 anos e 8 meses de prisão, além do pagamento de 360 dias-multa. Ele seria coordenador do esquema e controlava motoristas e olheiros, além de efetuar pagamentos e negociar valores com policiais da região de Ivinhema e Rio Brilhante.

O PRF foi investigado por afrouxar a fiscalização para permitir a passagem dos cigarreiros. Ele foi acusado de receber R$ 160 mil para fazer vista grossa, entre julho de 2017 e junho de 2018, conforma apuração da Polícia Federal.

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