28 de novembro de 2021
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Naufrágio

Barco que afundou no Rio Paraguai não era para transporte turístico

23 OUT 2021 - 07h36min
Raul Delvizio

O acidente ocorrido em embarcação no Rio Paraguai – que acabou naufragando e ceifando sete vidas – na sexta-feira (15) da semana passada levou a Fundação de Turismo de Turismo de Mato Grosso do Sul (Fundtur-MS) manifestar solidariedade à dor das famílias, mas também informar que está acompanhando de perto as investigações.

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Em nota oficial, o órgão diz estar aguardando mais informações sobre os inquéritos instaurados pela Marinha e a Polícia Civil sobre as causas do acidente. De acordo com Bruno Wendling, diretor-presidente da Fundtur, o barco não deveria nem ter sido utilizado como meio de transporte turístico.

"É importante esclarecer que a embarcação que sofreu o acidente era de propriedade particular e classificada na categoria 'barco esporte e/ou recreio', transporte empregado exclusivamente para atividades não comerciais, regularizada pela Capitania dos Portos (Marinha), conforme regulamentação específica de segurança de navegação", detalha.

Wendling pontua que esta categoria não tem a obrigatoriedade de ser cadastrada no Cadastro de Prestadores de Serviços do Turismo (Cadastur) da instituição pública, diferente do que acontece com os chamados barcos-hotéis – meios de transporte oficialmente reconhecidos pelo Ministério do Turismo.

"O turista que deseja conhecer o Pantanal em uma viagem com conforto e segurança vai encontrar várias opções de barco-hotéis para um passeio tranquilo e sem preocupações. Na região pantaneira, há inclusive aqueles de alto padrão, todos eles legalizados no Cadastur", afirmou Bruno.

Embarcação afundou com turistas após forte temporal que atingiu MS no último dia 15 (Foto: Divulgação/CBMMS)

Investigações – O caso está sendo apurado pela Marinha do Brasil, órgão responsável pela fiscalização do trânsito das embarcações nas áreas fluviais, onde foi aberto um inquérito policial militar para apurar as causas do naufrágio, as condições que a embarcação se encontrava.

Até o momento, o temporal da última sexta-feira é considerado enquanto o principal causador do acidente, mas não o único.

A fiscalização de embarcações de transporte de turistas segue critérios rigorosos de exigência, inspeção e controle pela Marinha e órgãos competentes como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Secretaria Municipal de Saúde e Agência Portuária Municipal.

 

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