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Polícia

Ex-prefeito de Anastácio, Douglas Figueiredo, é solto

Investigado pela morte do ex-vereador Dinho Vital foi preso por posse ilegal de arma de fogo

Douglas Melo Figueiredo / Arquivo

O ex-prefeito de Anastácio, Douglas Melo Figueiredo (PSDB), foi solto em menos de 24 horas após a prisão por posse ilegal de arma de fogo. A prisão ocorreu durante uma operação do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado) e a soltura foi confirmada na tarde desta sexta-feira, 17 de maio.

Gustavo Pellicioni, advogado de Douglas, confirmou ao O Pantaneiro que o alvará de soltura foi expedido pela comarca de Anastácio.

Investigação

O ex-prefeito, junto com dois policiais militares, Valdeci Alexandre da Silva Ricardo e Bruno César Malheiros dos Santos, está sendo investigado pela morte de Dinho Vital, que foi assassinado a tiros após uma confusão durante a festa de 59 anos da cidade.

"Foi um mandado de busca e apreensão dos celulares na casa do Dr. Douglas Figueiredo, decorrente da investigação em andamento pelas autoridades. Como a imprensa noticiou e a família clama por justiça, é natural que o poder público investigue. Neste caso específico, houve uma ordem judicial para apreender os telefones do Dr. Douglas, porque ele foi citado por pessoas ouvidas como alguém que teria tido uma discussão com o falecido Dinho," explicou o advogado.

Pellicioni enfatizou que o ex-prefeito foi preso devido à descoberta de armas irregulares que pertenciam ao falecido pai de Douglas. "Durante o cumprimento desse mandado, foram encontradas, em um quarto pouco usado nos fundos da residência, dentro de um guarda-roupas, duas espingardas e uma pistola, que supostamente seria de uso restrito. Por conta disso, Douglas foi conduzido à delegacia. Como as armas seriam de uso restrito, a delegada não pôde arbitrar fiança. Douglas explicou que as armas pertenciam ao seu pai falecido. Após a morte do pai, a mãe dele ficou sozinha na chácara, mudou-se para a cidade e entregou as armas ao filho, que as guardou e esqueceu no fundo da casa."

Quando questionado se as armas teriam envolvimento no homicídio de Dinho Vital, o advogado negou. "A origem dessas armas nada tem a ver com a investigação. É importante que a verdade seja dita. As armas usadas no crime foram entregues à polícia e devem ter sido periciadas."

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