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Policial

Governo faz nova proposta e cabos e soldados decidem hoje se mantém aquartelamento

Devido ao movimento, a Assembleia Legislativa retirou de pauta as tabelas de reajuste da Polícia Civil e dos cabos e soldados da Polícia Militar e dos Bombeiros Militares

Policiais durante assembleia que votou pelo aquartelamento. / Divulgação

O Governo do Estado fez nova proposta aos cabos e soldados da Polícia Militar. Para informar o conteúdo do novo acordo e colocar em votação, a ACS (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul) faz nova assembleia extraordinária na Fetems (Federação dos Profissionais em Educação de Mato Grosso do Sul) no início da tarde desta terça-feira, às 9h.

Ontem, os policiais iniciaram oficialmente o aquartelamento. Cabos e soldados que assumiriam serviço na manhã da terça-feira (21) foram para o Comando Geral da PM e, de lá, partiram rumo a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, onde conseguiram barrar a votação do projeto do Executivo com os novos vencimentos da corporação.

Devido à movimentação e aos protestos dos policiais, os oficiais tiveram que assumir as viaturas para manterem o serviço de rondas ostensivas em Campo Grande. Em Aquidauana, os policiais militares não se deslocaram às ruas para patrulhamento preventivo. Mais de 100 PMs permaneceram aquartelados no 7º BPM. A informação da ACS é de que 90% das cidades do estado aderiram ao movimento.

Sem revelar a identidade, policiais afirmam que o movimento está forte e que há tensão. Segundo eles, alguns praças tiveram ordem de prisão decretada. O presidente da ACS, Edmar Soares da Silva, afirmou que, caso algum praça da Policia Militar sofra represálias por parte de algum oficial durante o regime de aquartelamento, ?todo o interior será convocado para aquartelar na Capital?.

?Todo o corpo jurídico da entidade está a disposição dos militares, sócios e não-sócios. Se algum praça for preso ou sofrer alguma represália por aderir ao aquartelamento, todo o interior será convocado para aquartelar na Capital?, garantiu, durante conversa com militares na Assembleia Legislativa.

A Assembleia Legislativa retirou de pauta as tabelas de reajuste da Polícia Civil e dos cabos e soldados da Polícia Militar e dos Bombeiros Militares. Não há prazo definido para o projeto voltar à votação.

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