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Contravenções penais

Polícia Civil fecha casa de prostituição e coíbe práticas ilegais em Água Clara

A polícia agiu para interromper essas atividades ilícitas, especialmente a exploração sexual de mulheres

PC MS

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Água Clara, realizou no sábado, dia 10, uma operação para coibir atividades ilícitas em um comércio denominado Bar da Mel, localizado no município. A ação teve como objetivo combater o crime de manter casa de prostituição, bem como as contravenções penais de exploração de jogo de azar e exercício irregular da profissão.

O Bar da Mel foi alvo da operação após circulação de informações nas redes sociais sobre um evento denominado "Festa de 1 ano do Bar da Mel", que divulgava atividades inapropriadas, tais como strip a cada meia hora, rifas com prêmio de uma noite inteira com uma mulher, exibição de sexo no telão e apresentação de sexo ao vivo entre duas mulheres.

Além disso, havia relatos de bingos com prêmios que incluíam atos sexuais específicos ou uma noite com uma mulher. Diante dessas práticas, a polícia agiu para interromper essas atividades ilícitas, especialmente a exploração sexual de mulheres.

Embora a prostituição em si não seja considerada crime, a exploração sexual, que retira o direito de escolha das profissionais, é ilegal. No caso em questão, as profissionais do sexo eram "sorteadas" e quem ganhasse a "levava" como prêmio, retirando seu direito de escolha em relação ao cliente e ao preço cobrado.

A proprietária do estabelecimento responderá pelo crime de manter casa de prostituição, bem como pelas contravenções penais de exercício irregular da profissão e exploração de jogo de azar. A operação contou com a participação de policiais civis da Delegacia de Polícia de Água Clara e do Setor de Investigações Gerais (SIG) de Três Lagoas.

Essa operação reforça o compromisso das autoridades em combater práticas ilegais que explorem e violem os direitos das pessoas, especialmente no contexto da exploração sexual. A atuação da Polícia Civil visa garantir a integridade e a segurança das profissionais do sexo, coibindo atividades que desrespeitem a dignidade e os direitos humanos.

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