Uma comissão de deputados federais visita as aldeias de Dourados nesta segunda-feira, para acompanhar a situação da população dos Ãndios Guarani, Kaiowá e Terena. Cerca de 12 mil Ãndios moram na região.
Integram a comissão os deputados federais Pedro Wilson (PR/GO), Eduardo Barbosa (PSDB)/MG), Henrique Afonso (PT/AC), Janete Pietá (PT/SP), Geraldo Thadeu (PPS/MG) e Geraldo Resende (PMDB/MS). Os deputados estaduais Pedro Kemp e Pedro Teruel (PT), acompanharão a comitiva.
Os parlamentares federais compõem a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. A decisão de visitar o Estado foi tomada após da divulgação, pela imprensa nacional, de casos recentes de violência cometidos contra populações indÃgenas. De acordo com a Funasa (Fundação Nacional de Saúde), somente este ano foram registrados nove assassinatos e sete suicÃdios de Ãndios nas aldeias de Dourados.
O grupo pretende averiguar ainda as condições de saúde, moradia, alimentação e problemas como alcoolismo, uso de drogas e prostituição.
Visitas anteriores
Esta não é a primeira vez que parlamentares federais vêm a Mato Grosso do Sul averiguar a situação da população indÃgena do Estado. Em 2005, diante da morte de dezenas de crianças indÃgenas por conta da desnutrição infantil, o Congresso Nacional criou uma comissão externa para analisar e investigar o problema.
Na ocasião, os deputados e senadores fizeram audiências públicas em Campo Grande e Dourados, além de terem percorrido as aldeias do municÃpio, localizado no sul do Estado.
Entidades de apoio
A comitiva convidou organizações não-governamentais como o Cimi (Conselho Indigenista Missionário), o CDDH (Centro de Defesa dos Direitos Humanos Marçal de Souza) e a Coordenação dos Movimentos Sociais. Vereadores da Comissão de Direitos Humanos da Câmara de Dourados também devem participar da visita.
Atenção
Golpistas entram em contato com as vÃtimas, geralmente por telefone ou aplicativos de mensagem, solicitando informações financeiras
Atenção
As inscrições podem ser realizadas até o dia 27 de março, no site da Ejud-MS
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