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Paralisação

“O Poder Público precisa nos atender” reivindica empresários do transporte escolar rural

Eles lutam para o pagamento de um auxilio financeiro

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Com a paralisação das aulas presenciais nas escolas, os trabalhadores do setor de transporte escolar rural estão sofrendo com a falta de posicionamento com relação aos pagamentos de contratos fechados antes da chegada da pandemia de coronavírus. Com representantes de 35 municípios do Estado, eles se reuniram nesta manhã (20) para decidirem as ações de reivindicações.

Da região de Aquidauana e Anastácio, cinco empresários do setor conseguiram estar presentes na reunião, realizada na Comunidade Santo Agostinho, da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no bairro Taveirópolis em Campo Grande.

“O Ministério Público, o Tribunal de Contas ou o governador Reinaldo Azambuja têm que nos atender até sexta-feira [24], pois não há mais nada a ser discutido. Nós, do setor de transporte escolar rural, estamos quebrados! Vamos deixar mais de cinco mil pessoas desempregadas e 3 mil veículos parados”, destaca Renato Gomes, líder do movimento, para O Pantaneiro.

A execução do serviço foi paga por apenas dois meses esse ano, por conta da suspensão das aulas. A categoria cobra um auxilio financeiro e já alegam estar na condição de falidos. 

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“Os vereadores e prefeitos têm que nos respeitar, pois nós transportamos a carga mais valiosa, que são as crianças. Tem companheiro aqui que demorou 90 dias para receber uma nota”, pontua Renato. Nesta semana será oficializada a criação do Sindicato para os trabalhadores deste setor.

Proposta na Assembleia Legislativa

O site Campo Grande News reportou neste domingo (19), que uma proposta será apresentada à Assembleia Legislativa para um pagamento mínimo aos empresários do setor durante o período de pandemia. 

Ainda conforme o site, este pagamento poderá ser inferior a 20% do que está previsto no contrato, levando em conta i que as empresas e profissionais receberam nos últimos três meses de ano letivo.

“Os contratos públicos dos fornecedores de transporte escolar destes alunos tiveram também suspensos seus serviços, e desde então, estão sem renda alguma para garantir minimamente o sustento de suas famílias”, justificou o autor do projeto, o deputado Márcio Fernandes (MDB).

 

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