SAÚDE
Acre, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Tocantins e o Distrito Federal estão na lista
Mato Grosso do Sul apresentou sinais de crescimento de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) a longo prazo, nas últimas seis semanas.
Além de Mato Grosso do Sul, outros nove estados e o Distrito Federal estão na lista.
São eles Acre, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Tocantins.
No Estado, a probabilidade de crescimento ficou em 75%. A informação consta no Boletim InfoGripe, publicado pela Fiocruz, referente ao período de 25 a 31 de dezembro de 2022.
Em todos esses estados observou-se sinal de crescimento na população adulta, especialmente nas faixas etárias acima dos 60 anos, associado ao aumento de casos de SRAG por covid-19.
Por outro lado, se considerar os resultados nacionais, o boletim aponta queda lenta nos casos de síndrome em, praticamente, todas as faixas etárias da população adulta.
O fator pode ser atribuído à diminuição de incidência de SRAG por covid-19 nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo.
Ainda conforme o levantamento, nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 1,2% para influenza A; 0,1% para influenza B; 11,1% para VSR (Vírus Sincicial Respiratório); e 78,3% para Sars-CoV-2 (covid-19).
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