Tecnologia
Um grupo de cientistas estará reunido, nos dias 12 e 13 de junho em Maastricht, Holanda, para debater a possibilidade de que seres humanos se envolvam cada vez mais em relações pessoais - e mesmo amorosas - com robôs.
Acadêmicos da Áustria, Canadá, Holanda, Irlanda, Cingapura, Estados Unidos e Grã-Bretanha devem apresentar cerca de 20 dissertações sobre o tema, segundo a agência AFP.
A conferência, convocada pela Universidade de Maastricht, começou a ser organizada depois que, em outubro do ano passado, o pesquisador David Levy, 63 anos, lançou seu estudo Intimate Relationships with Artificial Partners (Relações íntimas com parceiros artificiais). Uma versão comercial do trabalho foi lançada com o título de "Amor e Sexo com Robôs".
Em seu trabalho, Levy, que é pesquisador em inteligência artificial na Universidade de Maastrich, argumenta que os robôs serão tão humanos na aparência, nas funções e na personalidade, que muitas pessoas vão se apaixonar, fazer sexo e até mesmo se casar com eles. "Pode soar meio estranho, mas não é. Amor e sexo com robôs são inevitáveis", disse ele ao site LifeScience.
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