Tecnologia
dothCom Consultoria Digital
Publicado em 10/07/2008 às 11:10
Atualizado em 10/09/2026 às 13:54
Wi-Fi 802.11a, b, g, n, 3G, HSDPA, WiMAX, Bluetooth e muitas outras. É grande a sopa de letras e números que povoa o mundo das conexões sem fio. Em comum, elas trazem o objetivo de permitir que os usuários compartilhem dados de forma prática, variando na velocidade e alcance.
Uma das mais utilizadas é o Wi-Fi, tecnologia embutida em grande parte dos dispositivos que permitem mobilidade. Porém, ela tem um alcance bem restrito. Atinge, no máximo, 500 metros de distância com padrão 802.11 n (que oferece velocidade de até 300 Mbps).
Só no ano passado, o uso de redes Wi-Fi cresceu 28% entre as empresas brasileiras, de acordo com pesquisa feita pelo Nic.br, entidade do Comitê Gestor da Internet no Brasil.
A venda de quase 2 milhões de notebooks, em 2007, teve forte influência na criação de redes locais no Brasil, permitindo que usuários de banda larga convencional tivessem mobilidade dentro de casa por meio do Wi-Fi.
Marcos Ferraz Romero, gerente de operações internacionais da Vex, afirma que o volume de acesso a hotspots aumenta cada vez mais em função da velocidade e disponibilidade.
Hoje, a empresa já conta com 190 mil usuários com 1.300 pontos no Brasil. O serviço é pago por hora de uso, com franquia a partir de dez reais. Mas não faltam hotspots gratuitos, espalhados por estabelecimentos como hotéis e cibercafés.
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