dothCom Consultoria Digital
Publicado em 18/12/2008 às 09:47
Atualizado em 10/09/2026 às 13:54
Índice que mostra o número de celulares em serviço a cada grupo de 100 pessoas aponta que Mato Grosso do Sul está em terceiro lugar no ranking, com 91,7%. O Distrito Federal é o local com maior número de linhas de telefone celular, exibindo uma teledensidade de 133,8%. O Rio de Janeiro, segundo colocado no ranking, mostra 94,7%.
Na classificação por regiões, conforme os dados consolidados da Anatel, a Região Centro-Oeste lidera, com 92,50% de teledensidade. Depois vem o Sudeste (86,13%), Sul (80,32%), Nordeste (60,68%) e Norte (56,61%).
O mercado nacional de telefonia móvel registrou em novembro 2,25 milhões de novas habilitações, com alta de 1,5% sobre outubro, conforme dados consolidados divulgados hoje pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
Com isso, o Brasil alcançou, no mês passado, 147 milhões de assinantes do Serviço Móvel Pessoal, dos quais 81,29% usam o sistema pré-pago.
Comparativamente a novembro de 2007, quando os usuários de telefonia celular somavam 116,3 milhões, a base de clientes de telefonia móvel exibiu 26,4% de expansão. No acumulado de janeiro a novembro de 2008, foram 26 milhões de novas linhas. A teledensidade, indicador utilizado internacionalmente para demonstrar o número de telefones em serviço a cada grupo de 100 habitantes, atingiu a marca de 76,3% em novembro. Um ano antes, este índice estava em 61,2%.
Os maiores crescimentos da teledensidade em novembro foram registrados em São Paulo (86,3%), Pernambuco, Distrito Federal, Espírito Santo e Alagoas. Quando observados os avanços no ano e nos últimos 12 meses, o destaque fica com os Estados do Nordeste e do Norte.
Eleições 2026
Candidato a deputado estadual pelo PL participou de encontros nesta quarta-feira; ele apresentou propostas voltadas à geração de emprego e renda, investimentos e ampliação das oportunidades para a população da região
Eleições 2026
Candidata a deputada federal pelo PSDB destacou demandas de Bela Vista; saúde, educação, infraestrutura e desenvolvimento estão entre as prioridades
Voltar ao topo