O sistema GPS embutido em um telefone pode ser o fator decisivo para a demissão de um funcionário de uma escola em Nova York, após dados mostrarem seus hábitos de sair do trabalho horas antes do combinado.
John Halpin, de 21 anos, é um carpinteiro supervisor que recebe US$ 300 ao dia por seu trabalho em tempo integral. Entretanto, com ajuda do sistema de rastreamento de seu celular, a escola descobriu que entre o período de 2 de março a 9 de agosto de 2006, Halpin teria saído mais cedo do trabalho 83 vezes, chegando à diferença de mais de três horas do horário exigido.
O telefone delator era de propriedade do município e suas capacidades GPS teriam sido ativadas após a folha de ponto de Halpin levantar suspeitas. O caso levanta preocupações, pois abre precedentes para a quebra de privacidade: o supervisor não teria sido informado que o recurso de rastreamento poderia ser ligado.
Ao contrário de muitos outros colegas, que se recusam a aceitar o telefone da prefeitura, Halpin teria aceitado a oferta por gostar das funções de seu aparelho. O acusado questionou a credibilidade dos dados, mesmo que estes também mostrem que em diversas ocasiões ele tenha começado a trabalhar horas antes do previsto.
A juíza Tynia Richard, que recomendou a demissão de John Halpin, afirmou que o funcionário não precisaria ter sido alertado da possibilidade de rastreamento, já que o departamento de educação não deve notificar qualquer método possível para avaliar a conduta de seus empregados.
Halpin foi afastado e aguarda para saber se a recomendação da juíza será seguida ou não. O caso foi noticiado nos sites New York Post e TG Daily.
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