O pesquisador brasileiro, Marcelo Coelho, que reside nos EUA está desenvolvendo o papel inteligente no MIT (Massachusetts Institute of Technology) ou Instituto Tecnológico de Massachusetts. "Entre as possíveis aplicações para o dispositivo estão caixas que possam sentir o próprio peso e informar ao computador central de uma indústria de transportes", exemplifica o pesquisador. Por enquanto, foram investidos cerca de US$ 30 mil.
Outra hipótese é uso do papel são os ingressos eletrônicos que podem ter seus códigos e números de assentos alterados de ultima hora, sugere Coelho. "Livros interativos que possam ensinar crianças a ler e escrever e documentos bancários que precisem de autenticação física e digital também estão entre as possibilidades", enumera.
A técnica de fabricação, assim como no papel comum, consiste na quebra e mistura de fibras orgânicas em água, retirada, prensagem e secagem do papel. "A diferença do nosso processo é que adicionamos componentes eletrônicos que secarão misturados as fibras", explica Coelho.
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