dothCom Consultoria Digital
Publicado em 10/01/2008 às 16:29
Atualizado em 10/09/2026 às 13:53
O Ministério da Saúde solicitou às pastas de Turismo e Relações Exteriores que alertem os diplomatas em missão e agentes de viagem para a situação da febre amarela no Brasil. Três pessoas com suspeitas da doença morreram nos últimos dias, duas que moravam em Brasília e uma em Goiânia (GO).
O ministério afirma que, apesar de as possíveis vítimas da doença todas morarem em grandes cidades, a possibilidade de um surto urbano de febre amarela está descartado porque todos os casos registrados atualmente são de pessoas que contraíram a doença ao entrar nas matas.
A febre amarela despertou a atenção das autoridades da saúde depois das mortes de macacos em Goiás e no Distrito Federal, próximos de áreas urbanas. O secretário de Vigilância em Saúde, Gerson Penna, diz que desde 1942 não há registro de febre amarela urbana no Brasil.
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, solicitou que todas as embaixadas e representações de órgão internacionais em Brasília sejam informadas sobre os casos de febre amarela no país. Para a ministra Marta Suplicy, do Turismo, Temporão solicitou que a Abav (Associação Brasileira de Agências de Viagem) e outra entidades sejam alertadas.
Para evitar a febre amarela, basta tomar a vacina dez dias antes de viagens para as áreas consideradas de risco. A imunização é válida por dez anos.
Segundo o Ministério da Saúde, o vírus da febre amarela circula nas regiões Norte e Centro Oeste, em Minas Gerais e Maranhão. Também são consideradas áreas de transição e risco potencial o oeste do Piauí, oeste de São Paulo, oeste do Paraná, oeste de Santa Catarina, sul da Bahia e sul do Espírito Santo.
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