Turismo
A Comissão Européia, órgão executivo da União Européia (UE), aprovou nesta quarta-feira o plano de resgate da companhia aérea Alitalia, que passará ao controle de um grupo de investidores italiano que não terá que reembolsar um empréstimo estatal de 300 milhões de euros (US$ 376 milhões).
O reembolso do empréstimo concedido pelo governo italiano em abril ficará a cargo da antiga Alitalia, colocada em liquidação, por meio dos lucros obtidos com a venda de ativos.
A CAI (Companhia Aérea Italiana), aliança de grandes empresários italianos, manteve em 31 de outubro a oferta definitiva de compra das atividades de transporte de passageiros da Alitalia, em crise há 10 anos.
Cerca de 4.000 funcionários da Alitalia fizeram entre segunda-feira (10) e ontem uma paralisação em protesto ao novo convênio coletivo oferecido pelos futuros compradores da Alitalia. Os sindicatos autônomos Anpav, Avia, UP, SDL e Anpac, que tinham sido contra a assinatura dos novos contratos, não apoiaram esta mobilização.
A polícia foi chamada para conter os ânimos dos passageiros irritados com a paralisação ontem. De acordo com fontes oficiais, 17 vôos internacionais e domésticos foram cancelados. A situação se repetiu também no aeroporto de Fiumicino, em Roma, e de Linate, em Milão.
O governo anunciou ontem que os trabalhadores que participaram desta paralisação brusca, considerada ilegal, serão multados e, se continuarem, serão tomadas decisões de tipo penal. A Procuradoria de Roma abriu uma investigação sobre a greve sob a acusação de interrupção do serviço público.
Saúde
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