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Turismo

Conheça principais pontos turísticos de Aquidauana

Aquidauana é o Portal do Pantanal

Igreja Matriz em Aquidauana / Ronald Regis

Aquidauana é um dos berços do ecossistema do mundo, o Portal do Pantanal. Com as melhorias de obras e qualificação de serviços, o número de turistas cresce a cada ano. O Jornal O Pantaneiro separou alguns destinos paradisíacos encontrados na região.

Pantanal

A maior planície de inundação contínua do mundo possui região com cerca de 250 mil km². Destaca-se pelas inúmeras espécies de animais e vegetações decorrentes do ambiente contraditório que alterna entre períodos úmidos no verão e de estiagem no inverno. A área territorial do município é de 17.008,5 Km², e deste total 75% abrange o Pantanal. O Pantanal de Aquidauana contribui com aproximadamente 4,9 % do total da reserva do pantanal brasileiro. Mas ainda existe uma área do município que tem características do pantanal da Nhecolândia, outra do Abobral e Rio Negro.

O turismo da região oferece excelentes opções tanto para quem procura aventura. São diversos estilos de passeios, acomodações e atrações acompanhados por guias de campo. Um ambiente exclusivo no mundo que proporciona momentos inesquecíveis.

Igreja Nossa Senhora Imaculada Conceição

Construção da década de 1930, em estilo arquitetônico com características das construções góticas. A responsabilidade do projeto pode ser atribuída ao engenheiro paulista Alexandre Albuquerque, que trabalhou na equipe responsável pela construção da Catedral da Sé, em São Paulo. Por muito tempo afirmou-se que a idealização teria sido do construtor Francisco Luciano Seccomani, italiano que chegou a Aquidauana nos anos iniciais do séc. XX, e que era o encarregado das obras. Hoje é a Igreja Matriz da Paróquia Nossa Senhora Imaculada Conceição, está sob tutela dos missionários redentoristas, que foram os responsáveis por sua edificação.Museu da Arte Pantaneira

Museu da Arte Pantaneira

O Museu da Arte Pantaneira recebeu recente revitalização, modernizando e preservando a história da terra. Construção da década de 1918, edificada por ordem do Sr. Manoel Antonio Paes de Barros, um dos organizadores do povoado inicial, tinha cunho residencial. Ao longo dos anos foi ocupada por várias atividades, públicas e privadas. Em 1998 instituído, no local, o Museu de Arte Pantaneira. Tem um estilo arquitetônico neocolonial acompanhando as demais construções do entorno. Pertence ao Poder Público Municipal. O espaço fica na Rua Cândido Mariano, nº 462 – Centro.

Estação Ferroviária

A estação de Aquidauana começou a ser construída em 1908 e foi inaugurada em 21 de dezembro de 1912, originalmente era um prédio com uma pequena plataforma, no estilo das estações da época, de Piraputanga, Camisão e Taunay. O movimento na estação fez com que o centro comercial que antes estava concentrado às margens do rio Aquidauana, fosse aos poucos se transferindo para as proximidades da estação. Foi por muitas décadas o principal meio de transporte para a população. Na década de 1960, a antiga estação foi reformada com a estrutura que se conhece atualmente, mais ampla e moderna com os traços retos da arquitetura característica da época, devido aos traços de Brasília.

Em 1996, o trem de passageiros parou de percorrer os trilhos, ficando apenas o trem de transporte de cargas. No ano de 2009 passou por uma revitalização e começou a circular o trem turístico Pantanal Express, trazendo turistas para conhecerem as belezas do Pantanal sul-mato-grossense, tendo suas atividades encerradas em 2013. Hoje a estação tem um novo sentido para nossa cidade, atualmente, no local existe um restaurante, o Estação Pantaneira, a Sala do Empreendedor de Aquidauana, a Casa do Artesão e o CAT (Centro de Atendimento ao Turista).

A estação está na Rua Bichara Salamene, s/nº - Centro.

Feirinha Indígena

Localizada ao lado da Estação Ferroviária, em quiosques onde é feita a comercialização da produção agrícola indígena da aldeia do Limão Verde como milho, mandioca, maxixe, feijão de corda, frutos da época, como o pequi, guavira, manga, laranja, banana, limão.

9° Batalhão de Engenharia e Combate Carlos Camissão

A construção do prédio iniciou em 1920, sendo finalizada em 1923. Abrigou várias corporações do Exército Brasileiro, pela localização estratégica em que se encontra o município. Desde sua criação em 6 de outubro de 1942, foi incorporado à Força Expedicionária Brasileira, para os combates na Segunda Guerra Mundial, onde estiveram mais de 700 homens ligados a esta unidade militar.

É um marco na história do Exército, sendo a primeira tropa brasileira a entrar em combate na campanha da Itália, participou com êxito das batalhas de Monte Castelo, Castelnuovo e Montese. Subordinado ao Comando Militar do Oeste, forma contingentes de reservistas e qualifica para o mercado de trabalho. O local esteve presente na comunidade local, principalmente em situações de calamidade, além de prestar serviços de construção para os governos locais. Em algumas situações, participa das campanhas de multivacinação. É de propriedade do Ministério do Exército.

Carlos de Morais Camisão, coronel que liderou a tropa da Retirada da Laguna, durante a Guerra do Paraguai. Nasceu no Rio de Janeiro (08/mai/1821) e morreu de cólera em Jardim/MS (29/mai/1867). Recebeu condecorações de diversas ordens da época: Ordem de Cristo (1849), Imperial Ordem da Rosa (1849) e Ordem de Avis (1860).

Guerra do Paraguai ou Guerra da Tríplice Aliança, foi o maior conflito armado internacional ocorrido na América do Sul. Foi travada entre o Paraguai e a Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai. Em abril de 1865, partiu do Rio de Janeiro uma coluna que ganhou reforço em Uberaba/MG, formando uma coluna militar com 3.000 homens para combater os paraguaios. Esta guerra estendeu-se de dezembro de 1864 a março de 1870. É chamada de Guerra da Tríplice Aliança, na Argentina e Uruguai, e de Grande Guerra, no Paraguai.

Retirada de Laguna episódio marcante da Guerra do Paraguai, quando em janeiro de 1867 o coronel Calos Camisão assumiu o comando da coluna, então reduzida a 1.680 homens, e decidiu invadir o território paraguaio, onde penetrou até ao atual município de Bela Vista/MS, em abril. A tropa ficou bem distante da fronteira brasileira, e sem alimento suficiente foi afetada pela cólera, o tifo e pelo beribéri. Com isto, a tropa brasileira foi forçada a se retirar sob os constantes ataques da cavalaria paraguaios. Da tropa que chegou cerca de 3.000 homens, apenas 700 chegaram às linhas brasileiras em Coxim/MS, em junho de 1868. Foi retratada no romance de Visconde de Taunay – A Retirada da Laguna, que era na época um jovem oficial, que descreve toda a epopéia e descreve também a região de Aquidauana e Anastácio.

O batalhão fica na Rua Duque de Caxias, s/nº - Bairro Alto.Cerimônia no Batalhão de Aquidauana

Mercado Municipal

Construção da década de 1960 foi por muitos anos o centro comercial de Aquidauana, sendo reduto das colônias nipônica e pernambucana. Encontra-se em atividade, tendo alguns dos pioneiros, que iniciaram atividade em 1962, ainda exercendo função. É de propriedade do Poder Executivo

O espaço foi fundado em 1º de maio de 1962, foi por muitos anos o principal centro comercial de Aquidauana, sendo reduto das colônias nipônico e pernambucano. Resiste às oscilações da economia para manter-se altineiro no coração da cidade, pulsando o trabalho, a história e a vida de seus feirantes. O Mercadão, como é mais conhecido, é muito mais que um centro comercial, ele é um pedaço de história da cidade. No dia a dia, os boxes e bancas se integram, formando uma mini-cidade em perfeita harmonia, onde a paz e o trabalho valorizam as suas vidas e os seus destinos. É de propriedade da Prefeitura Municipal.

Endereço: Rua Sete de Setembro, nº 937 – Centro.

Parque Natural da Lagoa Comprida

A Rua Giovani Toscani de Brito abriga o Parque Natural da Lagoa Comprida desde 1920. Tudo começou na mais completa simplicidade, com uma única sala de aula, apenas para as séries iniciais (de 1º a 4º ano). Nas dependências da residência de seus pais, a professora Irene começa dando aulas aos seus pequenos. Com o passar dos anos e para acompanhar o crescimento intelectual dos alunos, abriu o Curso Ginasial (hoje ensino fundamental de 6º ao 9º ano). Algumas adaptações na estrutura física da escola foram feitas, como dizia a professora Irene: “fechando portas e abrindo outras, fomos sempre ajeitando para poder atender bem nossos alunos”. Em 1995, para dar continuidade à formação de seus alunos, deu um novo passo conquistando a abertura do 2º grau, hoje ensino médio, funcionando num excelente padrão de qualidade.


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