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Dengue: médicos levam experiência da Capital para ajudar o Rio

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Ao recepcionar agora há pouco a delegação composta por 14 médicos, entre infectologista e pediatras que vão reforçar o sistema de saúde pública do Rio de Janeiro, o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) disse que Campo Grande estará disponibilizando aos cariocas sua experiência na luta contra a epidemia de dengue. Lembrando os casos registrados no verão do ano passado, o prefeito está apostando no trabalho do infectologista Rivaldo Venâncio da Cunha e nos médicos que estão seguindo neste domingo para o Rio.


"Para mim é um orgulho muito grande poder representar Campo Grande e Mato Grosso do Sul, num trabalho desta natureza", disse o infectologista Erivaldo Elias Júnior, um dos 14 médicos selecionados pela Secretaria Municipal de Saúde para cumprir o convênio firmado entre a prefeitura da Capital de Mato Grosso do Sul e a Secretaria Estadual de Saúde do Rio de Janeiro.


O prefeito Nelsinho Trad disse ter assinado o convênio com o secretário do Rio,  Sérgio Côrtes, autorizando de imediato o embarque de  seis médicos já neste domingo (dia 6). Outros cinco seguem no dia 16 e dois no próximo dia 26, enquanto o infectologista Venâncio da Cunha já está na capital carioca desde sexta-feira (dia 3).


Compõe a primeira equipe, que viaja no domingo, os médicos Bruno Baptista Monteiro Filardi (infectologista), Delso do Nascimento (infectologista), Éveny Luna de Oliveira ( hematologista), Íris Bucker Froes (infectologista), Ana Lúcia Lyrio de Oliveira (infectologista), Maurício Antonio Pompílio (infectologista).


No dia 16, embarcam para o Rio, Andyane Freitas Tetila (infectologista), Erivaldo Elias Júnior (infectologista), Marcos Antonio Gonçalves (infectologista), Marcela Chacha Trad (infectologista pediátrica) e Paula Helena de Almeida Gattass (infectologista pediátrica). No dia 26 de abril, vão para a capital carioca os médicos Caroline Franciscato (infectologista) e Ana Carolina Anderson Nasser (infectologista pediátrica).


Todos os profissionais permanecem no Rio por 15 dias. "Se for necessário e se o governo do Estado do Rio de Janeiro solicitar, poderemos prorrogar a permanência dos nossos profissionais", disse o secretário municipal de Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

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