O problema de saúde de uma parcela considerável das mulheres brasileiras é simplesmente a falta de educação. A 3ª Pesquisa Nacional de Demografia em Saúde (PNDS), apresentada ontem em Brasília, mostra que 10% das mulheres brasileiras - cerca de 10 milhões de pessoas - têm dificuldades de cuidar de si e de seus filhos e até mesmo ter acesso às políticas públicas de saúde porque não têm escolaridade básica. O próprio governo não sabe como chegar até esse grupo.
O estudo, feito pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) com apoio do Ministério da Saúde, traz, de um modo geral, boas notícias. Entre 1996, quando a PNDS anterior foi feita, e esta última, com dados de 2006, a mortalidade infantil caiu 44%. Apenas 3,6% das mulheres não têm acesso a consultas pré-natal, e a desnutrição aguda das crianças está em 1,6%, abaixo do limite de referência da Organização Mundial da Saúde (OMS). Há mais mulheres com acesso a métodos anticoncepcionais e medicamentos, além de tratamento em hospitais.
No entanto, o grupo daquelas que não conseguiram se beneficiar do maior acesso à escola, ampliado nos últimos anos, também ficou de fora dos grandes avanços da saúde brasileira. Com isso, transmitem os problemas para seus filhos. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Nota de falecimento
Artesão, esportista e incentivador da cultura regional, Lourival da Silva Santos marcou gerações com sua determinação, simpatia e participação em feiras, exposições agropecuárias e projetos culturais.
OPORTUNIDADES
Oportunidades contemplam vagas locais e regionais; atendimento ocorre das 07h às 13h
METEOROLOGIA
Previsão aponta variação entre períodos de céu encoberto e abertura de sol; calor continua intenso
Voltar ao topo