Um vigilante resolveu protestar na manhã deste 25 de dezembro. No Macapá ele deixou esposa e filho em casa para se acorrentar em frente à empresa que trabalha.
?Ontem a minha janta foram três ovos. Eu não tenho vergonha disso. Lá em casa, a CEA cortou a minha luz e tive que fazer ?gato? e se ela for cortar, religo de novo porque eu não tenho dinheiro e não posso ficar no escuro. Meu gás acabou e não tenho comida em casa?, disse.
O vigilante de 29 anos de idade cobra os salários de maio, junho, outubro, novembro e o décimo terceiro, este último por lei deveria ser pago até dia 20 de dezembro. Se a moda pega, em Aquidauana várias empresas estariam com enfeite de Natal real, funcionários acorrentados.