Esta quinta-feira (1°) é o dia que os tios e avós mais gostam de pregar peça nas crianças ou pessoas mais ingênuas, pois é o famigerado Dia da Mentira. Esse título pode estar meio old, dando lugar ao jargão que vem sendo muito usado no jornalismo em ano de pandemia: fake news.
Primeiramente, você sabe onde surgiu o Dia da Mentira? Esse costume veio da Europa pelos colonizadores do Brasil, se popularizou em terras Pindoramas em meados do século XIX, quando o periódico “A Mentira”, de Minas Gerais, espalhou que o imperado Dom Pedro II havia morrido. Na época ninguém achou engraçado, pois acreditaram e uma notícia desmentindo precisou ser perpetuada.

A brincadeira caiu no gosto popular, foi ficando cada vez mais séria, até se profissionalizar e se tornar estratégia de enfraquecimento político. As fake news se torno algo sério e perigoso, alimentados pelo medo de uma epidemia de vírus mortal, vem causando danos à seriedade da comunicação profissional.
Em uma pesquisa rápida no sistema de matérias do O Pantaneiro, de janeiro de 2020 até agora, foram 14 matérias publicadas desmentindo mentiras que circulam nos grupos de Whatsapp. De sucuri gigante na Lagoa Cumprida ao calendário de imunização contra Covid-19 falso.

Claro que restringimos a conteúdos regionais, mas imagina o quanto de informação fantasiosa e nociva recebemos pelas redes sociais nesse um ano de pandemia?!
É por estamos compromissados com informação de qualidade e conteúdos que realmente podem atender à população que O Pantaneiro disponibiliza o (67) 99856-0000 para esclarecer suas dúvidas. Existem também portais nacionais que fazem essa verificação, como o Fato ou Fake do G1.
Fique atento a tudo que compartilham nas redes sociais, verifique a informação antes de distribuí-la para mais pessoas.
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