Bodoquena
Se a campanha eleitoral já é mais curta e traz novidades para quem efetuou o registro de candidatura dentro do prazo habitual, imagina para quem começou depois da largada oficial? É o caso de Girleide Rovari (MDB), que disputa a Prefeitura de Bodoquena contra o atual chefe do Executivo, Kazu Horii (PSDB).
A princípio, a emedebista não iria às urnas, mas acabou sendo convocada pelo partido para substituir o então candidato de oposição, Jun It Hada (MDB), como cabeça de chapa da coligação “Bodoquena acima de tudo”, que agrega também PSL e PTB. Ela ainda não teve o registro deferido pelo TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral).
Ex-prefeito, Jun se antecipou à eventual decisão negativa da Justiça Eleitoral e renunciou à candidatura, após ter o registro questionado pelo MPE (Ministério Público Eleitoral), que sustenta que ele estaria inelegível por ter condenação criminal e contas reprovadas pela Câmara Municipal, relativas ao período em que era gestor da cidade.
Apesar do ‘atropelo’, Girleide afirmou ao Pantaneiro que a experiência de ter perdido a eleição de 2016 justamente contra o tucano pode ser uma carta na manga, devido ao apoio recebido nas ruas com a renúncia do correligionário.
“Já enfrentamos outra eleição na qual não obtivemos êxito, porém agora ficou bem claro. Com a renúncia do Jun, o pessoal abraçou a causa e agora é a bola da vez. Kazu já mostrou como é sua administração, que era a expectativa do bodoquenense”, pontua.
A emedebista aposta, ainda, em trabalho humanizado, “com a força da mulher”. “Agora é a força da mulher, propondo trabalho humanizado. Estou segura para ser gestora do nosso município. Tenho experiência e estou preparada”, finaliza.
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