Projeção é feita com base nos resultados divulgados até pouco antes de 19h
Vanessa Ricarte
Publicado em 07/10/2018 às 19:06
Atualizado em 10/09/2026 às 13:58
A apuração até o momento nos estados mostrou uma onda bolsonarista que varreu boa parte do país, e só encontrou resistência no Nordeste, que se firmou como o último bastião da esquerda.
Nos três maiores colégios eleitorais do país, os candidatos que se ligaram ao capitão reformado largaram na frente. No Rio, talvez a maior surpresa,o quase desconhecido juiz Wilson Witzel (PSC), que nos últimos dias passou a martelar com mais força sua ligação com Jair Bolsonaro (PSL) , passa de 40% na contagem das urnas.
Em Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que no final do primeiro turno já declarou que apoiaria o militar num eventual segundo turno , também passou dos 40%, com quase metade das urnas apuradas. Em São Paulo, os dois que estavam na frente, João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB), também fizeram acenos ao candidato presidencial do PSL .
Foi no Nordeste que a esquerda em geral, e o PT em particular, manteve sua fortaleza. No Ceará e na Bahia, Camilo Santana e Rui Costa, respectivamente, tinham mais de 70% enquanto prosseguia a apuração. No Maranhão, o comunista Flávio Dino também beirava os 60%. Mesmo Renan Filho, em Alagoas, embora seja do MDB fez campanha ligado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e alcançava quase 80%.
Os resultados estaduais, ainda parciais, dão uma ideia de como será a divisão de votos presidencial pelo país.
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