Finalmente, outro dia, saiu o ?tão esperado? primeiro beijo gay numa novela brasileira. Agora, com o pecado e a imoralidade legalizados, não será surpresa a visibilidade de cenas que até pouco tempo atrás quase ninguém imaginava que estariam presentes em nosso cotidiano. Não nos surpreenderá se cenas de sexo calientes entre parceiros do mesmo sexo vierem à tona em breve.
Na verdade não tem como fugir de uma realidade: com a mudança de paradigmas, existem duas posturas para a Igreja cristã adotar: ou se mantém omissa em relação ao seu papel de emitir a voz profética ou o faz. Neste caso, contudo, é preciso sabedoria, afinal muitos dos que condenam os reflexos dos novos modelos familiares, tem usado do mesmo tom de seus defensores, ou seja, a intolerância.
Mas, temos que ser, então, tolerantes? Lógico que não. Precisamos fazer apologia dos paradigmas defendidos pela Bíblia, sem o ódio que geralmente marca esse debate. Assim, nunca é demais lembrar o velho axioma: é preciso condenar sempre o pecado da homossexualidade, indicando os textos bíblicos que claramente indicam que essa forma de ?amor? é distorcida, sem deixar de amar os que tais coisas praticam, por eles orando e a eles falando do amor e poder de Deus que, juntos, podem redimi-los, tornando-os semelhantes a Jesus Cristo, o nosso perfeito referencial.