dothCom Consultoria Digital
Publicado em 06/06/2011 às 04:00
Atualizado em 10/09/2026 às 14:03
O aquecimento global pode não ser a ameaça mais grave para a humanidade, no futuro, conforme tem sido exaustivamente anunciado nos últimos tempos. O alerta foi dado recentemente pelo missionário e estrategista em missões transculturais , Don Richardson, quando esteve no Brasil.
Numa prova de que determinados modelos históricos se repetem, o recrudescimento das relações entre cristãos e mulçumanos, infelizmente, pode ser questão de tempo. Talvez tenhamos, num futuro, se distante ou não só o tempo dirá, uma reedição das cruzadas, obviamente com táticas e estratégias diferentes, só que com um elemento diferencial. As cruzadas, na Idade Média, surgiram por iniciativa da cúpula da Igreja cristã. Os motivos dos vários embates entre cristãos e mulçumanos, e que fizeram milhares de vítimas, até hoje tem sido motivo de controvérsia. A expansão de domínio, de parte do cristianismo, no entanto, parece ter sido a razão principal.
Desde então as relações entre os dois grupos religiosos mais importantes nunca foram amistosas, principalmente em função de várias ações do islã radical, num cenário que envolve muito mais do que meras pretensões religiosas. O ocidente tem sido visto como um inimigo a ser destruído, por esses grupos. E nesta perspectiva, um perigo maior do que as incursões armadas, em vários cenários mundiais, se vislumbra no horizonte, lançando dúvidas sobre a possibilidade de termos um futuro mais fraterno e ordeiro entre os povos.
Recorramos à estatística para situarmos uma questão preocupante. Para se manter estável o crescimento da população, é necessário que cada mulher na rase reprodutiva tenha 2.1 filhos. Ocorre que no ocidente essa média baixou para 0.9 em alguns países, não se alcançando a média de um filho por mulher. Enquanto isso, nos países islâmicos, a média atual tem alcançado cinco filhos. A continuar assim, poderemos ter, no futuro, aquilo que alguns estão chamando de "suicídio demográfico". A situação se agrava no mundo ocidental pelo grande número de abortos. Também a alta taxa de divórcios ajuda a interromper o relacionamento, muitas vezes antes do primeiro filho. Acrescente-se a isso o crescimento do homossexualismo.
No mundo islã, além desses fatores não serem observados, aumenta cada vez mais a prática dos pais levarem os filhos para as Madrasas, que são escolas de mulçumanos radicais. Só na Indonésia, há cinco anos atrás, existiam 37 mil escolas em funcionamento. Nestas instituições os professores fazem uma "lavagem cerebral" nas crianças, ensinando-as a odiar os ocidentais, a Israel, ao judaísmo e ao cristianismo, afirmando estar isso no Corão e nas Haddits (livro que tem valor autoritativo no islamismo). Essas crianças estão sendo treinadas para serem os homens-bombas do futuro em missões terroristas.
Esse é o cenário que está se armando para o nosso futuro. A própria indústria do petróleo está envolvida no processo, financiando projetos de caráter religioso no mundo islâmico, a partir da compreensão de alguns líderes que o deus Alá foi quem colocou na terra deles essa riqueza e que ela também deve ser usada para a propagação da religião islâmica. Mesmo na Arábia Saudita, país conhecido por relações mais amistosas com o chamado mundo ocidental, o radicalismo islâmico desenvolve projetos de fomento a um futuro que, do ponto de vista bíblico, infelizmente não será de paz como almejam tantos homens de bens. Neste país já foram construídas três Universidades que são dirigidas por radicais islâmicos. Elas estão enviando representantes por todo mundo para convidar alunos de segundo grau, com maior potencial, para voltarem a seus países para aprender a doutrina islâmica.
Com isto, podemos dizer que infelizmente dias melhores não virão. Uma estratégia silenciosa estaria em curso para choques imprevisíveis, no futuro, a partir de pressupostos religiosos. Ou seja, grandes conflitos poderão surgir num futuro talvez não muito distante, tudo "em nome de Deus", como já aconteceu ao longo da história. E se alguns podem achar um exagero o raciocínio de Dom Richardson, exposto no livro "Segredos do Alcorão", talvez seja interessante vê-lo como uma voz profética em nossos dias.
O autor é pastor da Igreja Presbiteriana de Aquidauana
Acesse o site www.ipbaq.com
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