Valdemir Gomes
Mudar o rumo da prosa...
Prestigiar as ações... Gestor!
Mas, seu interlocutor...
Com discurso... “Rebordosa!”
Fere a beleza da rosa...
Põe fim a calmaria.
No popular... “Dá azia!”
Tamanha incoerência...
Pois, haja paciência...
Bando, dementes... Vazias!
Não existe... Sintonia!
Cada um puxa... Lado!
Comboio de aloprados...
Quanta tristeza... Agonia!
Arrogância em demasia...
Palavra em voga... “Esquema!”
Várias versões... Mesmo tema!
Um verdadeiro... “Escarcel!”
Vira chacota... “Cordel!”
Fica insolúvel... “Problema!”
Inaudível... Repertório!
O... Discurso de improviso!
Chega doer o dente... Siso!
Espanta todo... Auditório!
Qual discurso de velório...
O contexto... Inadequado!
Deixa defunto... “Zangado!”
Por falta de... Consistência!
Sem nexo, sem coerência...
Conteúdo... Ultrapassado!
Música... “Uma nota só!”
Contamina o ambiente.
Como víbora, serpente...
Assusta... “Cocoricó!”
Nem no tempo da vovó...
Falava-se tanta... Besteira!
Sai da moita... Trincheira!
Do picadeiro... Rodeio!
Precisa dizer “a que veio...”
Lenda das... “Três peneiras!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 03/06/2019
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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