Valdemir Gomes
Do meio ambiente...
Mal estar... Transtornos rendem!
Argumentam... Não entendem!
Sinto-me... Impotente!
Eta, povo displicente!
Continua teleguiado...
Plim, plim falou... “Tá falado!”
A destruição permanece.
Nem rezando uma prece...
Animais são... Respeitados!
Descrevi... Triste história!
De um animal, mendigo!
Quarenta versos... Artigo!
Mudança de trajetória...
De forma até vexatória.
Veementemente... Inquerido!
“Não entendi o sentido...”
Do poema... “Tamanduá!”
Disse: “usei como patuá...”
De um mundo... Empobrecido!
Quando cito o pantanal!
Alerto, à degradação.
Reclamo... Preservação!
Do ambiente natural.
“PATRIMÔNIO MUNDIAL...”
Não pertence aos fazendeiros...
Alguns... Desonestos interesseiros!
Mata... Serpente, leira carvão!
Animais em procissão...
Abandonam o... Belo celeiro!
Poeta Manoel de Barros...
Assassinado a cada dia.
Do pantanal... Grande vigia!
Poluição provoca... Pigarro!
Na insensatez... Esbarro!
Destruição... Quem diria!
Aqueles que deveriam...
Preservar o sistema.
Organizam... Montam esquemas!
Protegem fornos... Carvoarias!
Poema: Valdemir dos Santos 25/08/2017
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