Valdemir Gomes
O mundo está insalubre!
Partiram ao meio o ambiente.
Atitudes inconsequentes...
Digamos insana, rude!
Leva o homem ao ataúde.
Tamanha a ambição.
Coloca a mata no chão...
Polui córregos e rios.
Vira um deserto sombrio.
A vida, na contramão!
O sol parece pálido!
Sem forças para brilhar!
A poluição do ar...
Deixa os olhos irritados.
Os animais desolados...
Caminham em procissão.
Em meio à vegetação...
Digo a terra esturricada!
Toda mata derrubada.
Vai para fornos... Carvão!
O pantanal, um deserto!
Os rios assoreados...
Seus leitos, esparramados...
Inunda tudo por perto!
Desassoreamento... Decreto!
Porém, não sai do papel.
A verba... Pro beleléu!
Seu destino ignorado.
Virou fazenda... Gado!
De alguns políticos... Troféu!
Para as novas gerações...
Resta um mundo poluído!
Um aquário construído.
São centenas de milhões...
Cheio de... Boas intenções!
Aos olhos do... Idealizador!
Perdoa Cristo, senhor!
Tamanha insanidade!
Ou... Irresponsabilidade?
Com a palavra, o... Promotor!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 05/06/2019
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