Valdemir Gomes
Povo saiu às ruas...
Qual verdadeira boiada.
Em defesa do... Nada!
Verdade... “Nua crua!”
Está no mundo da... Lua!
Querendo parar... “Rodeio?”
Pois, não disse... “A que veio!”
Começa... “Toma lá dá cá!”
Só barganha... “Bla, bla, bla!”
Chantagem, realmente... Feio!
Do nada a lugar... “Nenhum!”
Tudo que fala... “Balela!”
Gestor sem projeto apela...
Só barulho... Zum, zum!
Cabra liso... Muçum!
Na real nada... Acontece!
As promessas... Esquece!
Ninguém entende... Ninguém!
Como ioiô... “Vai e vem!”
A população... Padece!
Quanto mistério... Secreto!
Quando fala... Ofende!
Cada dia menos... Aprende!
Sem foco não tem... Objeto!
Falta à equipe... Projeto!
Está descendo a ladeia...
Continua... “Choradeira!”
Despautério... Indecência!
Reforma da previdência...
A eles... Privilégio, mamadeira!
Como corrigir... Rumo?
De um barco sem... Piloto!
Bando de desvairado... “Escrotos!”
Não tem proposta... Insumo!
Sem esquadro... Prumo!
Verdadeiro... “Disparate!”
Não adianta... Arremate!
Trabalhador... Sacrificado!
Vai às ruas dá... Recado!
Haverá luta... “Combate!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 07/06/2019
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