Valdemir Gomes
João de Barro... Apaixonado!
Descortina a madrugada.
Cantando pra sua amada...
Belos versos... Rimados!
Assim, sou... Despertado!
Pela orquestra da... Natureza!
Simplicidade... Beleza!
Em frente minha... Janela!
Com melodia... “Capela!”
Revido... “Bye, bye tristeza!”
O Sabiá... Imponente!
Num, repente... Desencanta!
Da potente garganta...
Quase que... Empiricamente!
Gorjear intermitente...
Entoa segunda... Voz!
Como se fosse... Algoz!
Sua melodia... Replica!
Num belo puxa... Estica!
Como se dissesse... “É nóis!”
Assisto ousado... Duelo!
Porém, com muito... Respeito!
Cada ave a seu jeito...
Meu dia começa... “Belo!”
No tilintar do... “Martelo!”
Sob essa... Condição!
Com prazer satisfação...
À vida... Mais valia!
Saio de a minha... “Abadia!”
Muita paz... ‘Inspiração!”
Olho para o calendário...
Bela... “Segunda feira!”
Desliza como, numa... Esteira!
Ponteiro... Está no horário!
Eu, exímio... Serventuário!
Coloco... “Pé na estrada!”
Com cautela, redobrada...
Desloco-me para... Serviço!
Como o João... “Compromisso!”
Vamos à luta... “Camarada!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 23/09/2019
Operação Sentinela
Investigação rastreou a produção do material a partir de arquivos publicados na internet; vítima foi localizada no imóvel durante cumprimento de mandado
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