Valdemir Gomes
No crepúsculo da vida...
Um sábio da região.
A quem devo... “Gratidão!”
Sempre encontrava saída.
Na dose certa... “Medida!”
Tecia seu... Comentário!
De Cristo um... Operário!
Enciclopédia... Ambulante!
Sempre ativo operante...
Traçava... “Itinerário!”
Uma palavra... “Amiga!”
Com cautela... Critério!
Brincando fala... “Sério!”
Como argamassa... “Liga!”
Não tinha cansaço... “Fadiga!”
Um exímio... Historiador!
Da colônia... Pulador!
Era grande... Referência!
Simplicidade... Inteligência!
A mente um... “Computador!”
A vinda dos nordestinos...
Sabia de cor... “Salteado!”
Por mim... Procurado!
Saudoso... “Neco Nino!”
Seu jeito amável, menino...
História dos imigrantes...
Na retina... No semblante!
Descreveu toda... Saga!
Memória, tempo não apaga...
Um conterrâneo... Brilhante!
Voltou à casa do Pai...
Vive na... Eternidade!
Quanta lembrança, saudade...
De bicicleta... “Lá vai!”
Da retina... Não sai!
Aquele espontâneo... “Sorriso!”
Autêntico, honesto... ‘Preciso!”
Para última... Viagem!
Mala pronta... “Bela bagagem!”
Perfeito, selo... “ISO!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 30/09/2019
Operação Sentinela
Investigação rastreou a produção do material a partir de arquivos publicados na internet; vítima foi localizada no imóvel durante cumprimento de mandado
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