Valdemir Gomes
Tilintar cauteloso do relógio.
O ano passa... Correndo!
Como água escorrendo...
Inconsequentes... Sufrágios!
Sociedade não... Plágio!
País... “Barco à deriva!”
Governo sem... Iniciativa!
Parece até... “Tagarela!”
Discurso sem nexo... Apela!
Triste, trágica... Narrativa!
Como... Desce a serra!
No rastro fica... Cratera!
“Lei de Gerson...” Impera!
Povo gado, político... “Ferra!”
Cabrito bom... “Não berra!”
Com essa frase... Arremata!
Chega chicote... Chibata!
Do mesmo saco... “Farinha!”
Gesto obsceno... “Arminha!”
Gestor fabrica... Bravata!
Música de uma nota... “Só!”
Inaudível aos... Ouvidos!
Na surdina... Reunidos!
Parece bando... “Cocoricó!”
Lombo do povo... Cipó!
Não tem saída... Jeito!
Miséria... Tiram proveito!
Sem saúde, educação...
Dilapidando a... Nação!
Acha-se... “Justo perfeito!”
Qual cantiga da... “Perua!”
Infelizmente... “Pió a pió!”
Bons tempos... “Da vovó!”
São tantas... Falcatruas!
Antes, que tudo... Destrua!
Um grito de... “Liberdade!”
Basta de... Barbaridades!
Uma questão de respeito.
Preservar... “Antigo aceito!”
Jaz... Tanta promiscuidade!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 03/102019
FRONTEIRA
Veículo foi localizado fora da pista na região de Cabeceira do Apa; nenhum suspeito foi encontrado
EDUCAÇÃO
Provas serão aplicadas em dois domingos de novembro; mudanças na redação estão previstas apenas para 2028
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