Valdemir Gomes
Uma semana começa...
Retomo a velha rotina.
Num repente acende a bina...
Mas... “Vamos ao que interessa!”
Às vezes samba... “Atravessa!”
Até acaba entusiasmo.
Diante de fatos, fico... Pasmo!
Parece piada... Brincadeira!
Gestor, discurso... Besteira!
Exagera no... Pleonasmo!
Segue falando... Bravatas!
Causa revolta... Assanha!
Pois, continua em campanha!
Ao povo simples... Chibata!
Depois, das besteiras... Erratas!
Demonstra está... Perdido!
Fala sendo... Perseguido!
Absurdos... Referendos!
Eu, não me surpreendo...
Futuro do... Indefinido!
Tem gente que acredita...
Mesmo perdendo... Insumos!
Sem projeto, sem rumo...
Essas bobagens... Irritam!
Apenas esbraveja... Grita!
Parece jogo de... “Truco!”
Onde um bando... “Malucos!”
Decidem nosso... Destino!
Grande distribuição... Pepino!
É tal de... “Vuco, vuco!”
Enquanto... “Cães ladram!”
Segue sem rumo... “Carruagem!”
Com lorota na... “Bagagem!”
Àqueles que não enquadram...
Simplesmente atiram... Pedras!
Amazônia em chamas...
Inocentes vivem... Drama!
“Como barco à deriva...”
Governo foge... Esquiva!
Pouco faz, muito... Reclama!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 07/10/2019
Operação Sentinela
Investigação rastreou a produção do material a partir de arquivos publicados na internet; vítima foi localizada no imóvel durante cumprimento de mandado
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