Reformas em pleno curso...
Direitos... Evaporando!
O gestor... Negociando!
Vai liberando... Recurso!
Segue um árduo... Percurso!
O País desce... Ladeira!
No comando... “Toupeira!”
Verdadeiro... “Sem noção!”
Por prazer... Satisfação!
Parece até... “Brincadeira!”
Ao trabalhador falta coerência.
As mudanças... Desrespeito!
Ignora... “Antigo aceito!”
Excesso de incompetência...
São insanas exigências...
Digamos, inaceitáveis.
Mudanças... Insuportáveis!
Com o normal... Arrebenta!
O povo não, mais aguenta...
Desgraçados... Miseráveis!
Uma grande... “Roleta russa!”
Num repente... Dispara!
Governo grande... “Seara!”
O sexto sentido... Aguça!
A quem serve... Carapuça!
Chega de tanta... “Bravata!”
Ao operário... Chibata!
Mas... Mantém privilégios!
Desfaçatez... Sacrilégio!
No barco só têm... “Piratas!”
Peço ao Grande Arquiteto...
Muita calma... Dirigentes!
As reformas... Coerentes!
Que sejam justos... Corretos!
Não, sanguinários... Desafetos!
Sem rebentar... “Cancela!”
Quando regras atropelam...
A lida perde... Rumo!
Seja o amor... Insumo!
A vida passa na... “Tela!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 05/12/2019