Valdemir Gomes
Entre...
Disse cristo, a casa é sua...
Saiba, estarei sempre, seu... Lado!
Sei que andas, triste... Preocupado!
Lamenta o vazio das ruas...
Pandemia, políticos... “Falcatruas!”
Respiradores, superfaturados...
Pagos, ao destino, não... “Chegados!”
Triste... inversão de valores!
Pacientes morrem nos corredores...
Idosos, simplesmente... “Dizimados!”
Mostre ao homem... Caminhos!
Chega de tanta lambança...
Fé, amor... Esperança!
Pare de disseminar... “Espinhos!”
Seja capaz, reconstruir... “Ninhos!”
Aceite... Respeite limites!
Arrogância não... “Permite!”
Faça algo, melhor... “Diferente!”
Facilite, germinar semente...
A paz seja... “Conduite!”
As cidades estão desertas...
Comércio portas... “Fechadas!’
Pessoas arredias, enfileiradas...
Assustada, acesa luz... “Alerta!”
Desse pesadelo, quando... Desperta?
A esta pergunta, falta... Resposta!
Nos objetos, ninguém... Encosta!
O semelhante, virou... “Ameaça!”
Não se bebe na mesma taça...
Na ciência, acreditam... “Aposta!”
Talvez, o povo aprenda... “Lição!”
Ao provar do próprio... “Veneno!”
Egoísmo saia d’alma, via... “Dreno!”
Abra espaço a Cristo... “Coração!”
Trate o semelhante... “Irmão!”
Nasça uma sociedade... “Diferente!”
Que os caminhos sejam convergentes...
Respeito ao mundo... “Natureza!”
Não, à vantagem, esperteza...
Respeito, paz, amor... “Ingredientes!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 15/06/2020.
Operação Sentinela
Investigação rastreou a produção do material a partir de arquivos publicados na internet; vítima foi localizada no imóvel durante cumprimento de mandado
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