Valdemir Gomes
No...
Mundo insano... Capitalista!
Humano, nada... Insignificante!
A cada minuto, instante...
Os obstáculos, uma... Lista!
Banco, agência, correntista...
Infelizmente, triste... Realidade!
Tem saldo, caminho... Facilidades!
Faz o diferencial... Tratamento!
Caso contrário... Esquecimento!
Assim, caminha... “Humanidade!”
São apenas, onze... Algarismos!
Eles, mostram sua história...
Identifica, DNA... “Trajetória!”
Sem celeuma... Casuísmo!
Abrem portas, ou... “Abismo!”
Não existe outra, saída...
Seu currículo, expõe... Vida!
Num repente... “Aparece!”
Mil vantagens, oferece...
Atendem regras... “Estabelecidas!”
No mundo informatizado...
Humano, simples... Toque!
Humanidade à... “Reboque!”
Importante está... “Antenado!”
Inserido no mundo globalizado...
Ou perde o bonde... “Espaço!”
Arroba, anderline... “Traço!”
Jaz... “Antigo, aceito!”
Mudaram, valores... “Conceitos!”
Retidão... “Esquadro, compasso!”
Em pleno século vinte um...
Impõe-se nova ordem... “Mundial!”
Corona Vírus, deixa... “Igual!”
Elimina, balbúrdia... “Zum, zum!”
Flatulência, popular... “Pum!”
No mundo, vazias... “Cidades!”
Em pânico, povo, sociedade...
Egoístas, descem do... “Salto!”
Na favela, no asfalto...
Quando voltará... “Normalidade!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 19/06/2020
Operação Sentinela
Investigação rastreou a produção do material a partir de arquivos publicados na internet; vítima foi localizada no imóvel durante cumprimento de mandado
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