Valdemir Gomes
O...
Cerco está fechando...
Mistérios serão... Desvendados!
Finalmente, foi encontrado...
Continue sempre... Acreditando!
A linha está... Acabando!
Logo chegará ao novelo...
Com cautela, calma... “Zelo!”
Revelada grande... “Novidade!”
Investigação, muita sagacidade...
Tem gente coçando... “Cotovelos!”
A sociedade... “Sedenta!”
Para conhecer a verdade...
Não suporta... “Cumplicidade!”
O tal enrola... “Inventa!”
Cada dia, nova... “Tormenta!”
Roupagem diferente ao fato...
Parece briga... “Gato e rato!”
Nada de projeto... “Resolução!”
Continua, engoma... “Felação!”
Puro excremento... “Extrato!”
A população... Doente!
Corona Vírus... “Matando!”
Gestor, continua... “Ignorando!”
Segue flagelo no crescente...
Mas... Permanece, indiferente!
Quarentena, cidade... “Engessa!”
Toque de recolher... “Estressa!”
Digo, roda, não... “Reinventa!”
Assim, dificuldades, aumentam...
Nem santo, acredita... “Promessa!”
Como sonhar... “Dias melhores!”
Diante de tanta... “Incerteza!”
Quando falta pão à mesa...
Assistimos inversão... “Valores!”
Está sobrando... “Predadores!”
Triste vexame... “Indecência!”
À Cristo peço... “Clemência!”
Frente ao mundo... “Vergonha!”
Sem perspectiva, nem sonha...
Próximo a zero... “Paciência!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 21/06/2020
Operação Sentinela
Investigação rastreou a produção do material a partir de arquivos publicados na internet; vítima foi localizada no imóvel durante cumprimento de mandado
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