Valdemir Gomes
Até...
Quando o povo vai aceitar...
Tanta mentira... Enganação!
Gestor sem projeto... Fanfarrão!
Querendo a roda... “Reinventar!”
Não sabe como argumentar...
Está sobrando... Incompetência!
Ignora a própria ciência...
Implementa a política... Atraso!
Vive fazendo pouco caso...
Chegou ao limite... “Paciência!”
Oxalá, a sociedade... Acorde!
Acesse... “Antigo, aceito!”
Uma questão de respeito...
Antes que... Transborde!
Estamos quebrando recordes...
Na verdade, primeiro... “Pódio!”
Quanto desrespeito... “Ódio!”
Chega ser... Vergonhoso!
Pensa num cara... “Tinhoso!”
Está abusando... “Sódio!”
Barco perdido, sem rumo...
Diante de cada... “Boletim!”
Quando isso terá... “Fim?”
Para vida voltar ao prumo...
À busca incessante... “Insumo!”
Pesquisas avançam... “Vacina!”
No momento, proteção... Divina!
Quarentena, única... “Saída!”
Corona, ceifando vidas...
Chegando, dispara... “Bina!”
Quanta falta, compromisso...
Estamos na base... “Improviso!”
Não é por falta de aviso...
Infectologistas têm dito... “Isso!”
Porém, governo... “Omisso!”
Pasta, interino... Ministro!
Um tanto, hilário... Sinistro!
Cadáveres, valas... Esteiras!
Excesso, mal... “Brincadeira!”
Preocupado, aqui... Registro!
Poema: Valdemir Gomes dos Santos07/07/2020
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