Valdemir Gomes
Na...
Varanda da saudade...
Resolvi armar... Rede!
Seu sabor, causava sede...
De odor, minha... Beldade!
Sensação de liberdade...
Cravada no meu... “Peito!”
Momentos... “Justo perfeito!’
Invadi, suas... Entranhas!
Numa ousada façanha...
Conforme, antigo... “Aceito!”
Viajei além, do além...
Perdido dentro de... “Mim!”
Tudo tem começo... “Fim!”
Pois, ninguém... “Ninguém!”
No frenético vai e vem...
Feromônios... Nossos odores!
A mistura de sabores...
Ambos, felizes... Saciados!
Recordações do passado...
Ficam, eternos... “Valores!”
Na retina de minh’alma...
Lembro tempo de... Infância!
Onde inocência, elegância...
Sem jamais, perder... Calma!
Um simples, agrado, acalma...
Controla... Ansiedade!
São poucas... Necessidades!
Questão... Imediatismo!
Passa desapercebido, cinismo...
Diante de tanta... Ingenuidade!
Observadora, cortina... Janela!
Reflexos, suas... Silhuetas!
Recordo nossas facetas...
Burlávamos, regras... Tabelas!
Minha Deusa... Cinderela!
No leito, está... Cheiro!
Acariciando, travesseiro...
Em silêncio fico... Pasmo!
Ápice do amor, orgasmo...
A vida segue... “Roteiro!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 16/07/2020.
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