Valdemir Gomes
Vou...
Buscar nas curvas do vento...
Talvez, sonhos... Perdidos!
Aguçar todos os sentidos...
Despertar meus... Pensamentos!
Preparar melhor... Argumento!
Renovar prática... Repertório!
Entender, simplesmente transitório...
Necessário fazer... Parte!
Grafar, vida, obra, arte...
Conter o ímpeto... Jaculatório!
A sociedade... Dinâmica!
Nada na... Permanente!
O precavido, consequente...
Molda o barro... Cerâmica!
Usa visão, panorâmica...
Enxerga além... Horizonte!
Que existe atrás do monte...
Visto com olhos... D’alma!
É preciso, cautela, calma...
Ser do amor... “Fonte!’
Num repente aponta... “Dedo!”
Logo dispara, veredito...
Esquece, ignora... “Rito!”
Tece mentiras... “Enredos!’
Porém, não tenha medo...
Defenda sua... “Verdade!”
Afinal, nova... Sociedade!
Requer postura... “Atitudes!”
Pois, bravateiro, rude...
Despejando... Mediocridade!
Vivemos, momentos... “Incertezas!”
Amanhã, incógnita... Desconhecido!
Todos planos... “Sucumbidos!”
Tempos de insensatez... “Frieza!”
Filas, intermináveis... “Tristeza!”
Nem adianta pedir... “Arrego!”
Fábricas, fechadas... “Desempregos!”
Assim, vida... “Desanda!”
Gestor, fake News, propaganda...
Está congestionando... “Pelegos!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 29/07/2020
Tem 43 anos
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