Valdemir Gomes
O...
Mundo do faz de conta...
Está em plena... Evidência!
Haja serenidade, calma... Paciência!
Gestores pouco fazem, muito... Apronta!
Na surdina, esquemas... Monta!
Ao velho, nova... Roupagem!
Especialista em maquiagem...
Impostos, contas... Irrigam!
Conluios, acordos, evitam, brigas...
Afinal, desgraça, pouca... “Bobagem!”
A saúde, na UTI... “Doente!”
Povo sofrendo... Enfileirado!
Exames, como demoram... Resultados!
Número, profissionais... Insuficientes!
Palavra em voga... “Somente!”
Trabalhador, mau... “Remunerado!”
Apesar de altamente... “Qualificado!”
Não devidamente... “Reconhecido!”
Desestimulado, abatido...
Pelo sistema... “Crucificado!”’
Todos serviços... Oferecidos!
Saúde, educação... Segurança!
Necessitam de ajustes... Mudanças!
Para o cidadão, melhor... Servido!
Porém, desrespeitado... Esquecido!
O retorno em nada... Corresponde!
Esperança, abandonou... “Bonde!”
Inexiste, oportunidade... “Emprego!”
Jovens, sem opção, pede arrego...
Querendo trabalhar, mas... “Onde?”
O povo triste, cabisbaixo...
Sem esperança, preocupado... “Infeliz!”
Gestor, cadê projeto de... “País?”
Estamos descendo, morro... “Abaixo!”
O que vemos, falácia... “Buchichos!”
Dos áureos tempos... “Saudade!”
Assistimos, excesso... “Vaidade!”
Continua, enrolação... “Bravata!”
Aos apaniguados, mamata...
Queremos, exigimos... “Resolutividade!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 03/12/2020.
Operação Sentinela
Investigação rastreou a produção do material a partir de arquivos publicados na internet; vítima foi localizada no imóvel durante cumprimento de mandado
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