Valdemir Gomes
No...
Momento de extrema... Dificuldade!
Trabalhador se vira, “ nos trinta...”
Sem auxílio, aperta... “Cinta!’
Para suprir suas... “Necessidades!”
Diga-se de passagem... “Maldade!”
Corre, busca daqui... “Dali!”
Adentra matas, colhem... “Pequi!”
Situação calamitosa... “Desesperada!”
Parecendo estátua, à beira... “Estrada!”
Gestor, vil, insano, deveria... “Cair!”
A COVID continua... “Matando!”
Pobre, sem rumo... “Saída!”
Panelas vazias, falta... “Comida!”
Crianças, famintas... “Chorando!”
Desesperadas, perguntam, até... “Quando?”
Do executivo, aguarda... “Resposta!”
Não existe projeto... “Proposta!”
Tentando convencer no... “Grito!”
Oferece ao gado, pirulito...
Lesão dilacerada... “Exposta!”
Carro, quarto, dormitório...
Semelhante a lata... “Sardinha!”
Família, repousando... “Apertadinha!”
Às margens rodovia, comércio... “Empório!”
Segue bravateiro, desrespeitos... “Repertório!”
Percorrendo, cidades, fazendo... “Aglomerações!”
Provocando, celeuma, fissura... “Divisões!”
Seu discurso, sonrizal... “Azia!”
Na bagagem, asneiras, vazia...
Aliás, Rachadinha, desastrosas... “Repercussões!”
Por esses dias, eleições...
Presidência, Câmara... “Senado!”
Pelo visto, o cara... “Preocupado!”
Nos bastidores, conchavos... “Negociações!”
Ministérios, cargos, armas... “Munições!”
Velha troca, toma lá... “Dá cá!”
Nada muda, antigo, blá, blá... “Blá!”
Volta hipnose, gesto... “ARMINHA!”
Viramos o País, do tinha...
O diferente, o novo, onde... “Está!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 15/01/2021
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