Valdemir Gomes
Segue...
Promovendo aglomerações...
Seguido por um bando... “Gado!”
Invadindo, cidades... Estados!
Sem justificativas... Razões!
Infelizmente, ajuntando... Multidões!
Despejando balelas... Bravatas!
Postura semelhante... Psicopata!
Diria, tinhoso, ousado... Topetudo!
Impossível permanecer calado, mudo...
Sempre ignorando, COVID... “Mata!”
“Todos iguais perante a lei...”
Este princípio deve ser posto... Prática!
“A regra é clara... Pragmática!”
Pouco importa, rainha... Rei!
Isto, claro, evidente, eu sei...
Mas, porque não está sendo... Cumprido?
Qualquer desrespeito... Punido!
Afinal, como chefe... Modelo!
Por isso, façamos, apelo...
Não interessa o cargo... “Investido!”
Seus inaudíveis... Repertórios!
Tem comprometido... Estrutura!
Esquecendo do cargo... “Juras!”
Organizando encontros... Aleatórios!
Expondo o povo ao... Purgatório!
Nessa indecisão, vai... “Vem!”
Com certeza, descarrilou... Trem!
Comandante, dissimulado... Esquiva!
País, grande barco à deriva...
Galinha, seu milho, virou... “Xerém!”
A omissão do parlamento...
Sem precedente, até... Inexplicável!
Pela tragédia, também... Responsável!
De impotência, triste... Sentimento!
Mas, observador, eleitor... Atento!
No plexo, absorvendo... Soco!
Segundo, Faustão: “Óh, loco!”
Saia imediamente da... Seara!
Antes que alerta, bina, dispara...
Em dois mil e vinte e dois... “Troco!”
Poema: Valdemir Gomes dos Santos 05/06/2021
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